domingo, 17 de julho de 2016

Orleans e Bragança? Não só Dinastia de Bragança. Considerações finais.

Vemos que a Família de Orleans e Bragança um ramo da Dinastia de Bragança, a Dinastia consagrada no Brasil, se subdividiu em três ramos importantes:
O Ramo de Vassouras;
O Ramo de Petrópolis;
O Ramo de Paraty (esse para poucos monárquicos, sendo os dois primeiros os protagonistas do acerto para a solução dinástica do Império do Brasil, caso seja instalada a Monarquia em nosso País).
 O Ramo de Vassouras é o da família de Orléans e Bragança e Wittelsbach.
O Ramo de Petrópolis é o da família de Orleans e Bragança y Borbón-Dos Sicílias, sendo seu Chefe o Príncipe-titular de Orleans e Bragança.
E podemos dizer que o Ramo de Paraty é de Orléans e Bragança e Chirine.
Contudo foi consagrado que a família dos Pretendentes ao Trono Imperial Brasileiro é a Família de Orléans e Bragança, mas na minha ótica, por tudo que estudei, que escrevi, que a Dinastia Herdeira de jure do Trono Imperial Brasileiro é a Dinastia de Bragança, até porque o Ramo de Orleans e Bragança, jamais esteve na Constituição Imperial Brasileira como a Dinastia Imperante.
Nota-se que o Ramo Orleans e Bragança se subdividiu em ramos colaterais (acima citados) não dando a mínima para a verdade histórica que é a de que a Dinastia que tem o direito de ascender ao Trono Imperial Brasileiro, de ser considerada a Dinastia Imperial do Brasil, e a Dinastia de Bragança.
Eu nasci monárquico, criado no seio de uma família de grandes burgueses getulistas, e apreciadores de JK, mas na Hora H de votar pela Monarquia não votei.
Votei pela Republica Presidencialista.
Pois, como dar credito a Príncipes que não respeitam a verdade histórica?
Não dá.
Por isso sonho com a depuração da Republica no Brasil, e de plenos pulmões grito:
Viva os valores republicanos.

E ponto final

Jorge Eduardo Garcia

São Paulo julho de 2016.