terça-feira, 7 de abril de 2015

157/H- conversa- Felipe, o Belo, Nogaret e os Templários Rei ou Monarca- Parte 8/H O Crime, a Maldição, e o Castigo de Felipe, o Belo.

157/H- conversa- Felipe, o Belo, Nogaret e os Templários Rei ou Monarca- Parte 8/H
O Crime, a Maldição, e o Castigo de Felipe, o Belo.



O Crime:
Geoffrey de Paris, Clérigo da Chancelaria do Rei, presente ao pé da fogueira, assim escreveu em sua Chronique métrique de Philippe le Bel, sobre os últimos momentos de Jacques de Molay:
"O mestre, que viu o fogo pronto, sem medo retirou suas roupas ficando nu [ou só de camisa]. Ele não tremeu em momento algum apesar dos puxões, tapas e empurrões.  Ele ia sorrindo, feliz, em deixar esse mundo. Eles amarram suas mãos, mas ele disse: "Senhores, pelo menos, deixe-me juntar minhas mãos um pouco, e para orar a Deus, pois é o tempo e a época. Eu vejo o meu julgamento, [mas] me convém morrer livremente. Deus sabe o que está errado e [onde está] o pecado, e o infortúnio vai cair em breve sobre aqueles que falsamente nos condenaram. Deus vingará nossa morte. Senhor sabe que, na verdade, todos aqueles que estão contra nós por nós vão sofrer. [É] Nesta fé que eu quero morrer. Está é a minha fé, e eu te peço por [amor] a Virgem Maria, da qual nosso Senhor Jesus Cristo nasceu, meu rosto ser virado”.
Foi-lhe concedido o seu pedido. E a morte levou tão tranquilamente que todo mundo ficou maravilhado "
“Outro colunista, um certo Florentino, alegando manter suas informações a partir de um frade que estava junto a fogueira, descreve que Geoffroy de Charnay, colocado na fogueira vai atrás de Jacques de Molay, tomou a palavra para elogiar o Grão-Mestre, morrendo como mártir, e, também, relata que os ossos dos mortos foram recolhidos no meio da noite por religiosos e abrigados em lugares santos”.
A Maldição:
A margem para se aceitar a Maldição de Jacques de Molay se lermos com atenção os escritos do insuspeito Geoffrey de Paris, Clérigo da Chancelaria do Rei, quando ele diz:
Deus sabe o que está errado e [onde está] o pecado, e o infortúnio vai cair em breve sobre aqueles que falsamente nos condenaram. Deus vingará nossa morte.”.
A Maldição de Molay é não só contra Felipe, o Belo, mas, também, contra toda a Dinastia Capeto que viria pelos séculos e séculos.  
Ninguém pode dizer que ela não colou já que:
1-      Felipe IV, o Rei mais poderoso da cristandade, tinha três filhos, e nenhum deles perpetuou a linhagem paterna, não tiveram filhos, herdeiros diretos para a Coroa de França, e a morte do último- Charles IV le Bel, ou Carlos IV, o Belo - decretou o fim dos Capetos Diretos.
2-      Todos morreram de morte prematura.
3-      A Guerra dos 100 anos- Sua filha Isabelle de France, dita a Loba de França, Rainha- consorte da Inglaterra como a esposa de Eduardo II, quis para seu filho, Eduardo, a Coroa de França, porem a Lei Sálica é um empecilho, já que nem ela, nem sua descendência poderiam subir ao trono Francês.
Ora, se o Príncipe Eduardo, futuro Rei Eduardo III, subisse ao Trono, a França perderia a independência. Assim, a interpretação rigorosa da Lei Sálica tornou Filipe de Valois o novo Rei de França e salvaguardou a independência do país. A partir de então, ficou definitivamente excluída a possibilidade de o trono francês ser ocupado por uma mulher ou por um descendente do Rei pela linha feminina.

“Lei Sálica, importante legislação bárbara, portanto um código civil, privado e penal, dos Francos Sálios, datado do reinado de Clóvis I, no século V, utilizado nas reformas legais introduzidas por Carlos Magno.  No campo do Direito Privado destacam-se as disposições que excluíam as mulheres da sucessão à terra dos seus antepassados, por se entender que, pelo casamento, a mulher deixava a sua família para integrar a do marido. Este princípio de masculinidade, inscrito na Lei Sálica, que só se aplicava às sucessões privadas, foi invocado, muito mais tarde, por interpretação dos juristas, para excluir as mulheres da sucessão da Coroa”.
Os Pares de França não deram a Coroa a Eduardo, mas “fizeram concessões no Ducado de Guyenne, em occitano Guiana, província no sudoeste francês, cuja capital era Bordéus, e compreendia Limousin, Périgord, Quercy, Rouergue, Agenês, uma parte de Saintonge e de Gasconha, mas, esse fato fez de Eduardo vassalo do Rei de França”.
Chamo atenção “que a soberania sobre o Ducado de Guyenne foi um conflito entre as duas Monarquias pôr as gerações”.
Na contabilidade Real francesa não gosta pagamento de tributos por parte do Duque da Guyenne, e na hora que o Príncipe Eduardo vai prestar vassalagem ao Rei de França, Felipe VI, fala sobre esse fato numa demonstração clara de pouquíssimo tino político. 
Para piorar as relações a França ajuda os rebeldes na Escócia contra o Rei da Inglaterra.
Conflitos no Flandres, envolvendo até o Papa, que faz com que seus comerciantes “se revoltam contra os franceses em 1337”.
Flandres era herança da mulher de Eduardo, Filipa de Hainault, " A Boa Rainha Filipa", "The Good Queen Philippa", filha de Guilherme I de Hainault, conde de Hainault, Holanda e Zelândia e de Joana de Valois, irmã do arqui-inimigo Filipe VI, Rei de França, e Eduardo a exigiu o que era um complicador a mais, pois os franceses governavam esses domínios.
O conflito na Aquitânia se reacende.
O Rei da Inglaterra estava furioso e apresenta suas reivindicações sobre a Coroa de França, em resposta, Felipe VI, “decide confiscar Guyenne alegando crime de traição por parte de um vassalo em 1337.”
Em 7 de Outubro de 1337, um Arcebispo foi enviado a Paris com as alegações de Eduardo da Inglaterra – um Plantageneta Capeto- contra “Felipe que se diz Rei de França”.
Não tem mais jeito e a Guerra dos 100 anos começa.  
4-      Suas noras adulteraram e foram denunciadas por Isabella de França, irmãs dos ‘cornudos’ já citada no item acima, pois ela havia dado as suas cunhadas uns adornos – segundo uns umas bolsas de dinheiro muito usadas na época, outros cintos – e notou que dois cavaleiros da Corte vestiam objetos semelhante e comunicou rapidinho ao Soberano, seu pai.
Historicamente esse fato é conhecido como Affaire de la tour de Nesle. “A Torre de Nesle, originalmente chamado "Tour Hamelin", era situada na margem esquerda do Sena, em frente à torre do Louvre. Sendo uma das quatro torres que Philip Augustus tinha mandado construir a partir de 1214 para proteger Paris. Redonda e maciça, esta torre de quase 25 metros de altura, levou o nome devido a sua proximidade com o Hotel de Nesle.
Eram elas:
a-      Marguerite de Bourgogne, neta de São Luís, Princesa do primeiro Ramo da Dinastia Capetiniana de Borgonha, filha de Roberto II, Duque de Borgonha, e de Agnes de France, essa fille de France, filha de São Luís e de Marguerite de Provence.
Casou em 23 de Setembro de 1305, em Corbeil-Essonnes, hoje no departamento do Essonne,na região de Île-de-France, situada a 28km a sudeste de Paris, com Luís, Rei de Navarra, Conde de Champagne,  e futuro Luís X, o Teimoso, Rei de França, filho de Felipe, o Belo, e Joana I, Rainha por direito próprio de Navarra e Rainha consorte de França.
Foram pais de:
Hugo V, Duque de Borgonha;
Eudes IV, Duque da Borgonha;
Jeanne da Borgonha, Rainha- consorte de França, esposa de Felipe VI, Rei de França.

Marguerite de Bourgogne era amante de Philippe d’Aunay, um cavaleiro normando, filho mais novo de Gauthier V de Aunay, senhor do Moussy-le-Neuf e de Grand Moulin.  Em 19 de Abril de 1314, ele foi torturado severamente, vivo lhe deram um banho de enxofre fervente, foi castrado, esfolado vivo, arrastado por cavalos pelas ruas, enforcado, e na forca foi pendurado pelas axilas para ficar em exposição apodrecendo por semanas. "Nunca nenhum corpo sofreu tanto", de acordo com a crônica de um contemporâneo.
Marguerite de Bourgogne foi parar no Chateau Gaillard, uma fortaleza na cidade de Andelys, no Eure, um departamento francês da região de Haute-Normandie, obviamente na Normandia, e onde no dia 30 de Abril de 1315, foi encontrada morta em sua cela, provavelmente de tuberculose. Segundo alguns por ordem do marido, já Rei de França, que queria casar com Clemence da Hungria.
Jeanne II de Bourgogne ou Jeanne I d'Artois, ou Joana, Condessa por direito próprio da Borgonha e d’Artois, filha de Otto IV, Conde de Borgonha, e de Mahaut (ou Matilde) de Artois, Condessa de Artois. A 21 de janeiro 1307, em Corbeil-Essonnes, casou com o futuro Rei de França, Philippe V de France, dit « Philippe le Long, ou Filipe V, ou Felipe, o Longo, que reinou de 19 de novembro 1316 até 3 de janeiro de 1322, portanto 5 anos, 1 mês e 15 dias, filho de Felipe, o Belo, e Joana I, Rainha por direito próprio de Navarra e Rainha consorte de França.
Presa com as outras Princesas - sem deixar de gritar sua inocência, ela escapa a acusação de adultério- foi absolvida por falta de provas de adultério, mas condenada por cumplicidade.  Como em seu dote ela trazia o Franche-Comté, foi novamente absolvida por acórdão de Parlamento, retornando a seu lugar na Corte em 1315.
Ela morreu aos 39 anos, Roye, no departamento de Somme, região Picardia, em 21 de janeiro de 1330. Seu corpo foi sepultado na igreja dos Cordeliers em Paris, seu coração foi levado para Saint-Denis, para perto do marido.
Pelo seu testamento ela ordenou a venda de Nesle, de sua propriedade, para que com o dinheiro arrecadado, fosse fundado o Collège de Bourgogne, uma faculdade da antiga Universidade de Paris, na Rue des Cordeliers.
b-      Blanche de Bourgogne, Branca, filha de Otto IV, Conde de Borgonha, e de Mahaut (ou Matilde) de Artois, Condessa de Artois. Casou em 02 de fevereiro 1308, em Corbeil-Essonnes, com Charles da França, ou Carlos, o Belo, futuro Carlos IV, Rei de França de 3 janeiro 1322 até 1 de fevereiro de 1328, 6 anos, 0 meses e 29 dias, terceiro filho de Felipe, o Belo, e Joana I, Rainha por direito próprio de Navarra e Rainha consorte de França.
Blanche de Bourgogne era amante de Gauthier d'Aunay, irmão do d’Aunay já citado acima, um cavaleiro normando, filho mais novo de Gauthier V de Aunay, senhor do Moussy-le-Neuf e de Grand Moulin.  Em 19 de Abril de 1314, ele foi torturado severamente, vivo lhe deram um banho de enxofre fervente, foi castrado, esfolado vivo, arrastado por cavalos pelas ruas, enforcado, e na forca foi pendurado pelas axilas para ficar em exposição apodrecendo por semanas. "Nunca nenhum corpo sofreu tanto", de acordo com a crônica de um contemporâneo.
Branca era realmente devassa tanto com a subida de seu marido ao Trono recusou sua libertação de Chateau Gaillard, pois estava “grávida de seu carcereiro”.
A União matrimonial foi dissolvida pelo Papa João XXII por ser a mãe de Branca, a Condessa Mahaut (ou Matilde) de Artois, a madrinha de batismo do esposo e Rei Carlos IV, o que fazia, pelo Direito Canônico, esse casamento proibido.Branca terminou sua vida na abadia de Maubuisson , perto de Pontoise , onde morreu em 29 de abril 1326.


Felipe, o Belo.

O Castigo de Felipe, o Belo:

Tão orgulho Rei vendo os filhos “cornudos’ o que, também, punha em risco a legitimidade dos filhos deles, será que eram realmente Capetos?
Levou Felipe Capeto essa dúvida para o tumulo.
Em 4 de Novembro de 1314, Filipe, o Belo, estava visitando seu tio, o Conde Robert de Clermont, e foi durante uma caçada na Forêt d'Halatte, ou Floresta de Halatte, perto de Senlis e de Pont-Sainte-Maxence, no departamento de Oise, na região Picardia, que apesar de excelente cavaleiro, de reputação consagrada, CAIU DO CAVALO.
A causa da queda foi um acidente vascular cerebral, que também atingiu seu irmão Charles de Valois tempos depois.
Com grave fratura na perna foi transferido por barco para Poissy, e de Poissy numa liteira para o Castelo de Fontainebleau, onde Felipe Capeto veem a falecer em 29 de novembro 1314, com apenas 46 anos.
Ele foi o primeiro Rei da França a ordenar a “dilaceratio corporis ", divisão do corpo" no coração, pele e ossos) e dar-lhes vários enterros.
Seu coração e entranhas foram sepultados na l'église du Prieuré de Poissy.
O resto de seu corpo foi sepultado na Basílica de Saint-Denis.
Seu túmulo, como os de outros Reis, Príncipes e dignitários, sepultados na Basílica de Saint-Denis, foram profanados pelos revolucionários de 1789 em outubro de 1793.
Seu Legado foi:
1-      Ser verdadeiramente um “Rei Absoluto” cuja vontade prevalecia sempre graças a seu caráter inflexível.
2-      Com a ajuda de advogados, ele realmente transforma um Estado feudal em uma Monarquia moderna, criando um imposto nacional sobre todos os Estados, ou Classes, no Reino de França.
3-      Expandiu o território do Reino, incluindo a anexação de Lille, de Douai e de Béthune, após a assinatura do Tratado de Athis-sur-Orge.
Por casamento ficou coma Navarra e o Champanhe.
Em 1286, ele comprou o Condado de Chartres de Joana, Condessa de Blois, de Dunois, dame de Guise, viúva de Pierre de France ou Pierre d'Alençon, filho de São Luís.
Anexa Lyon pelo Tratado de Viena, assinado 10 de abril de 1312.
4-      O antissemitismo latente, chegando a “vender as sinagogas e propriedades dos membros da Comunidade Judaica”. Em 1306, promulgou um decreto de expulsão de cerca de 100.000 judeus.

Seus contemporâneos consideravam que ele era um homem de rara beleza, e com belíssimo e fortíssimo físico, que "parecia um retrato vívido da grandeza e majestade dos Reis de Franças" De uma crônica medieval.
Eu não o aprecio.
Maurice Druon nos “Reis Malditos” - Les Rois maudits, 1955- assim escreve as últimas palavras de Jacques de Molay:
« Pape Clément !… Chevalier Guillaume !… Roi Philippe !… Avant un an, je vous cite à paraître au tribunal de Dieu pour y recevoir votre juste jugement ! Maudits ! Maudits ! Maudits ! Tous maudits jusqu'à la treizième génération de vos races ! ».
T.L.:
"Papa Clemente! ... Cavaleiro Guilherme! ... Rei Felipe! ... Dentro de um ano, eu vou cita-los perante o Tribunal de Deus para vocês receberem um julgamento justo! Malditos! Malditos! Malditos! Todos amaldiçoado até a décima terceira geração de sua raça! ".

 Memorial Templário na Europa. 

Reflexão:
Jacques de Molay foi queimado em 8 de março de 1314.
O Papa Clemente V, o nobre francês Bertrand de Got, faleceu em m 20 de abril de 1314, portanto 1 mês e 12 dias depois de JM.
Guillaume Humbert, ou Guilherme de Paris, Grande Inquisidor de França, “esfaqueado até a morte logo após o assassinato do último Grão-Mestre dos Templários, em 18 de março de 1314”, portanto 10 dias depois de JM.
Felipe Capeto, o Rei Belo, morreu em 29 de novembro 1314, 8 meses e 21 dias depois de JM.

Dá ou não dá no que pensar.  



Su Majestad Católica
El Rey

O último Capeto – da Casa de Bourbon (Borbón em castelhano e Borbone em italiano) - em um Trono em nossos dias é Felipe Juan Pablo Alfonso de Todos los Santos de Borbón y Grecia, ou Filipe VI, em castelhano Felipe VI (Madrid, 30 de janeiro de 1968), é o atual Rei da Espanha, sendo o chefe do Estado e comandante supremo das Forças Armadas da Espanha, bem como o chefe da Casa de Bourbon de Espanha.
Foi proclamado rei em 19 de junho de 2014, após a abdicação do pai, o Rei Juan Carlos I, de acordo com a lei orgânica de abdicação na Corona sancionada no dia anterior por seu predecessor e publicada na madrugada de 19 no Boletim Oficial do Estado.
É casado com Doña Letizia, Su Majestad la Reina de España, nascida Letizia Ortiz Rocasolano, com quem tem duas filhas, Leonor de Todos los Santos de Borbón y Ortiz, Princesa de Astúrias, e Sofía de Todos los Santos de Borbón y Ortiz, Infanta de Espanha.

                                                                                  
Felipe V

Ele é Herdeiro direto de Luís XIV, Rei de França e de Navarra, o Rei-Sol, pelo neto desse o Duque de Anjou, que se tornou Soberano em Espanha como Rei Filipe V, reinando de 1 de novembro de 1700 até a 9 de julho de 1746.
Filipe VI, além de Rei de Espanha é Rei Castela, de Leão, de Aragão, das Duas Sicílias, de Jerusalém, de Navarra, de Granada, de Toledo, de Valência, da Galiza, de Maiorca, de Sevilha, de Sardenha, de Córdova, de Córsega, de Múrcia, de Menorca, de Jaén, dos Algarves, de Algeciras, de Gibraltar, das Ilhas Canárias, das Índias Orientais e Ocidentais e das Ilhas e Terra Firme do Mar Oceano;
Arquiduque da Áustria;
Duque de Borgonha, Brabante, Milão, Atenas e Neopatria;
Conde de Habsburgo, Flandres, Tirol, Rossilhão e Barcelona;
Senhor de Biscaia e Molina;
Etc.nota 1
Rei Católico (ou Sua Católica Majestade)
Capitão General das Forças Armadas, das que ostenta o comando supremo;
Soberano Grão-Mestre da Insigne Ordem do Tosão de Ouro;
Grão-Mestre da Real e Distinta Ordem de Carlos III;
Grão-Mestre da Real Ordem de Isabel a Católica;
Grão-Mestre da Ordem do Mérito Civil;
Grão-Mestre da Ordem de Afonso X o Sábio;
Grão-Mestre da Ordem de São Raimundo de Penaforte;
Grão-Mestre das ordens militares de Montesa, Alcántara, Calatrava e Santiago, assim como de outras ordens militares menores ou condecoraciones de España.



Da esquerda para direita:
Infanta Sofia de Espanha, Princesa Leonor de Astúrias, o Rei, a Rainha –Consorte Doña Letizia.